05.09

chad conell padrão

Apesar de seu personagem aparecer apenas em uma cena, a representação de Chad Connel do demônio de cabelo azul no clube Pandemônio é o salto que inicia a série inteira Os Instrumentos Mortais, bem como dá ao público sua primeira olhada no demônio e nos caçadores de sombras que o matam em Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos.

Connel falou com AmazingStoriesMag.com sobre interpretar o demônio de cabelo azul, o que separa Os Instrumentos Mortais de outras adaptações YA e revela que o demônio de cabelo azul na verdade tem um nome no filme.

ASM: Que personagem você interpreta? Você pode dividir sua visão dele e seu papel no filme?
CC: Meu personagem é o primeiro demônio para o qual o público é apresentado. Nos livros se referem a mim como “O garoto de cabelo azul” ou “O demônio de cabelo azul”, mas no filme meu nome é Lambert, que é uma homenagem ao homem que ajudou a inspirar todo o look, Adam Lambert. Eu ajudei Clary a entrar no clube e nós flertamos um pouco lá dentro. Mais tarde ela me vê sendo assassinado por vários caçadores de sombras. O que me intrigou mais sobre esse personagem é porque todo mundo o procurava em primeiro lugar, então buscar ele em uma danceteria lotada a noite implica que ele deve ter uma importância em particular. Deve haver uma boa história aí.

ASM: O que você mais gostou em interpretar o demônio de cabelo azul?
CC: O senso de apreciação que o demônio de cabelo azul tem. Dando-se que meu personagem aparece apenas no começo do filme, é bem espetacular ver a fan-base. Eu descobri como é forte o suporte para o personagem e a importante para os fãs dos livros como motivação para o enredo.

ASM: Filmes YA estão bem populares hoje em dia. Come é ser parte desse filme, que é baseado em uma série que tem tantos seguidores árduos?
CC: Esse é meu primeiro papel em um filme baseado em uma série popular de livros como essa. A energia que os fãs tem é infecciosa e faz você sentir como se você fosse parte se algo grande. Eu sentei ao lado de uma garota na noite de abertura no cinema, que não conseguia se conter. Ela ficava tonta durante as partes excitantes, e chorava nas partes emocionantes. É esmagador ver a emoção que isso causa nos fãs verdadeiros.

ASM: Você tem algum momento favorito durante o processo de filmagem?
CC: Eu acho que meu momento favorito na verdade veio depois de filmar, e ver o produto final. Especificamente o público reagindo quando eu apareci na tela e quando eu fui morto.

ASM: Para aqueles que ainda não descobriram a magia de Os Instrumentos Mortais, o que você acha que essas pessoas vão gostar mais nesse filme?
CC: O que diferencia essa franquia de outras é que essa tem seriedade e profundidade mas também há momentos de humor e leveza. Sabe quando não se deve levar muito à sério e é possível notar o lado mais claro, mesmo no meio da escuridão dos tumultos da narrativa. Sem mencionar que há divinas performances feitas por um ótimo elenco.

ASM: Você estava familiarizado com a série Os Instrumentos Mortais antes de fazer parte do elenco do filme? Qual foi sua reação ao fazer a audição para essa parte?
CC: Eu estava familiarizado de alguma maneira com a série. Na verdade eu havia mandado algumas fitas para outros papéis nesse filme, meses antes da audição para o demônio de cabelos azuis. Eu estava aterrorizado em fazer parte de algo tão grande.

ASM: Como foi o processo de audição?
CC: Eu creio que eles estavam fazendo audições para esse papel um pouco antes de eu entrar. É razoavelmente obscuro trazer o personagem a tona então eu fui usando uma jaqueta de couro, roupas rasgadas e sentei na sala de espera aplicando desajeitadamente rímel e esmalte preto. Eu estava bem confuso entre as audições e as filmagens… Eu descobri mais tarde naquele dia ou no dia seguinte que eu gravei aquela parte. Em seguida foi no set experimentando o guarda-roupas e maquiagem e cabelo para o look do personagem.

ASM: Você fez alguma preparação especial para o papel depois que você o pegou?
CC: Saber que os livros tem tantos fãs dedicados, eu senti que era especial que eu os lesse. Eu peguei uma copia e tentei ter um senso de quem o personagem era. Eu diria que a maioria das preparações envolvem pensamento, foi a transformação física. Houveram horas de coloração do cabelo e cada dia de filmagem começou com um longo processo de maquiagem. Haviam algumas refilmagens mais tarde, e eu tinha que pintar o meu cabelo da cor natural novamente, então voltar para o azul. Isso fez se tornou uma interação interessante no meu dia a dia.

ASH: Você encarou algum desafio especial com o seu papel? Como era no set? Tendo tipo, nefilins e demônios por toda a parte?
CC: Quando você está envolvido na criação de um personagem isso não tem uma grande importância no tempo de tela comparado ao comprimento do filme, há um desafio pessoal em trazer a importância que isso merece. Cada momento é crucial, mas é igualmente importante não sobrecarregar nada. A sequência da luta foi certamente um desafio também. Kevin me deu uma chave de braço enquanto Jemima enrolou seu chicoque em meu pescoço, tudo enquanto Jemima segurava uma lâmina no meu estômago. Foi fácil nas primeiras tomadas, mas lá pela décima foi bem cansativo
Ser um dos demônios eu mesmo, eu me senti bem em casa. Nós tivemos um grande elenco de fundo que estavam mortos e perfurados então eu me misturei facilmente. O que é mais inesquecível foi a quantidade de fãs em volta do local do set tentando ver qualquer um que tivesse uma runa no corpo.

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