28.07

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Em outra entrevista do Collider com o elenco de Cidade dos Ossos na Comic-Con 2013, Jamie Campbell Bower, nosso Jace, falou um pouco sobre entrar no personagem, o segundo filme de Os Instrumentos Mortais, treinamentos e a experiência de ter trabalhado com o elenco:

Situada na Nova Iorque contemporânea, “Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos” conta a história de Clary Fray (Lily Collins), uma adolescente aparentemente normal que descobre que ela é a descendente de uma linhagem de caçadores de sombras, uma organização secreta de jovens guerreiros metade anjos em uma antiga batalha para proteger nosso mundo de demônios. Adaptado dos livros de Cassandra Clare, a fantasia de ação e aventura também é estrelado por Jamie Campbell Bower, Kevin Zegers, Jared Harris, Jonathan Rhys Meyers, Lena Headey, CCH Pounder e Aidan Turner.

Enquanto estava na Comic-Con para promover o filme e compartilhar cenas com fãs, o ator Jamie Campbell Bower (“Jace Wayland”) falou com o Collider para essa entrevista exclusiva sobre o que inicialmente o atraiu para esse papel, ter que viver um pouco de uma fantasia de estrela do rock interpretando Jace, que ele tinha uma painel com fotos de temperamentos em seu trailer para ajudá-lo a entrar no personagem, o quão orgulhoso ele está do filme terminado, o quão animado ele estava para trabalhar com Jonathan Rhys Meyers e que eles estão ansiosos para o segundo filme, que já recebeu sinal verde. Confiram o que ele disse.

Collider: Então, deve ser legal finalmente ter o filme saindo de verdade, depois de todas as vezes que você falou sobre ele em várias convenções. 

JAMIE CAMPBELL BOWER: Eu sei, certo?!

Agora você pode realmente mostrar um pouco mais do filme para as pessoas.

BOWER: Eu posso na verdade aproveitar isso. Eu posso falar sobre isso agora. Mesmo quando nós começamos a filmá-lo, eu já sentia que tinha gravado o filme. Eu fui escalado dois anos e meio atrás, então tem sido um processo de dois anos e meio para mim. É maluco pensar nisso desse jeito. É muito tempo.

Sem um fim à vista, agora que o segundo filme acabou de receber sinal verde.

BOWER: Oh, Deus, não diga isso! Você vai me deixar ansioso. Eu vou ter um ataque de pânico. Mas, eu tenho que interpretar um cara muito legal.

Interpretar Jace pareceu um pouco com viver uma fantasia de astro do rock, especialmente com sua aparência?

BOWER: Bem, isso é algo que eu queria trazer à mesa quando eu estava trabalhando no Jace. Nós tivemos várias discussões, quanto a fazê-lo pequeno ou grande. Originalmente, nós estávamos indo para o tipo grande atleta, mas eu estava tipo, “Eu não sei se eu curto isso.” Eu o vejo mais como uma estrela do rock. Eu olho para as minhas primas, ou amigas do meu irmão – e ele tem 19 agora – quando eram mais novas elas curtiam astros do rock estrados. É atraente. E eu estou entediado de ver uma porcaria de atleta. Eu tenho que falar, eu estou entediado disso.

Parece muito mais inesperado e perigoso quando você não sabe do que alguém é capaz de fazer.

BOWER: Sim. E eu fiz tudo que você ver lá. Não importa como eu aparente, eu estou bastante forte agora. Sim, eu estou fino, mas eu estou bastante forte. Você pode olhar para mim e pensar que eu não posso fazer nada daquilo, mas eu fiz tudo.

Você teve alguma férias entre interpretar esse personagem no primeiro filme e entrar em treinamento para o segundo filme?

BOWER: Sim, eu tive um pouco de descanso. Eu fiquei ausente no feriado, em Janeiro. Eu apenas precisava ficar longe desse lugar. Jace meio que me consumiu. Eu precisava sair disso, então eu fui surfar e foi maravilhoso. Estava ensolarado, bonito, deslumbrante e encantador. E agora. Nós estamos promovendo isso, e depois eu tenho uma semana ou duas, e depois nós voltamos. Então, vamos ver.

Será o mesmo tipo de treinamento?

BOWER: Eu continuo fazendo a mesma coisa. Eu não parei de treinar desde a gravação do filme. Desde que a gravação do filme terminou, eu tenho continuado treinando. Tem um monte de coisas que o Will Smith diz, mas uma vez ele disse, “É melhor estar preparado do que ficar pronto.”

Especialmente com algo assim, onde você realmente tem muito trabalho físico. 

BOWER: Sim. Antes de eu ser escalado, eu estava um pouco fora de forma. Levou muito esforço para chegar onde estou agora, então eu gosto de manter isso. Eu gosto de respeitar isso. Eu pensei que estivesse em boa forma, até eu começar a treinar. Eu não estava em boa forma, de jeito nenhum. Eu mal podia correr. Eu mal podia andar.

Isso fica mais fácil? Alguma vez você poderá ficar confortável com isso?

BOWER: Sim, com certeza! Eu posso me esforçar mais e mais, todos os dias. Antes, 30 minutos na esteira iriam me matar, mas agora, 30 minutos é um aquecimento. Eu fico por uma hora e meia e depois eu estou levantando pesos. Eu começo nos 20, e então eu estou indo pros 40. É doentio. Eu amo isso. Eu sempre me pego pensando, “Eu não acredito que eu acabei de fazer isso!” Não é que eu esteja orgulhoso de mim, eu estou apenas chocado, tipo, “Oh, isso acabou de acontecer!”

Quando você recebeu as partes pela primeira vez e você leu sobre esse personagem, o que foi que inicialmente te atraiu para ele e o fez querer interpretá-lo? E agora que você já fez o filme, parece que terminou do jeito que você pensava que aconteceria, quando você entrou nele?

BOWER: A primeira coisa que eu vi no Jace foi apenas essa vulnerabilidade nele, e eu realmente me conectei com isso. Para mim o que eu queria pressionar, mais do que qualquer coisa, é essa vulnerabilidade e aquela sensação de perda e saudade. Foi isso que eu tomei dele. Com as partes originais que eu recebi, tinha uma descrição do personagem falando que ele é um mistura de Jim Morrison e Homem-Aranha, o que eu adorei. Eu amo aquela imagem de estrela do rock, e isso foi algo que ficou preso em mim. Eu fiz uma prancheta de temperamento, e eu coloquei fotos nela e a prendi no meu trailer para que então todo dia que eu entrasse nele, eu visse isso e pudesse me conectar. Eu não sou metódico, mas eu preciso de um lembrete do que eu estou fazendo, metade do tempo.

Isso é algo que você costuma fazer para personagens?

BOWER: Não, é a primeira vez que eu fiz isso. Isso significou muito pra mim. Era tão importante que eu entendesse isso certo por conta do fato das pessoas amarem ele tanto. Eu queria fazer tudo ao meu alcance para fazer isso o melhor possível.

Você sente que conseguiu alcançar o que queria com o filme, ou você é seu pior crítico?

BOWER: Oh, eu sou meu crítico mais severo. Eu sou Inglês pra caramba. Eu sou auto-depreciativo, no melhor dos tempos. Me auto desprezar é um dia normal pra mim. Eu vi o corte final do filme, pela primeira vez, três dia atrás, e é vergonhoso dizer mas eu estou super ansioso. Eu estou muito feliz com ele. Eu estou tão orgulho. Eu estou tão orgulho que eu pude ser uma parte disso, e eu estou realmente orgulhoso de mim. E dizer isso é difícil para mim porque não é o que eu faço. Este é um filme muito bom. Eu estou realmente orgulhoso disso.

Foi divertido poder ver [o filme] com todos os efeitos finalizados?

BOWER: Sim, eu acho que é emocionante ver isso, mas nós sempre tivemos livros que poderíamos ir e ver, para nos ajudar a entender o que nós deveríamos estar olhando. Harald disse, “Esse é o Instituto, mas apenas olhe para isso e imagine um castelo.” Eu estava tipo, “Okay, que tipo de castelo?” Todo mundo tem sua própria visão diferente, então ele diria, “Esse é na verdade para onde ós estamos indo”, e você ficaria, “Oh, legal!”

Quando você aceita algo como isso, que tem uma pressão dos fãs do livro, é tranquilizador ter um grupo que tem uma idade próxima da sua, que trabalharam no filme juntos e pode passar por tudo isso?

BOWER: Sim, é claro! Nós formamos uma conexão de verdade, e todos nós temos esse vínculo agora. Então, sim, absolutamente! É ótimo ter isso com qualquer um.

Tem alguns atores mais velhos realmente interessantes nesse filme, também. Tem algum com que você estava bastante animado para trabalhar?

BOWER: Eu estava muito animado de trabalhar com [Jonathan] Rhys Meyers. Ele e eu tínhamos trabalhado em coisas separadas, mas com a mesma equipe. Ele fez The Tudors e eu Camelot, com a mesma equipe. Nossos caminhos sempre se cruzavam, e muitas pessoas dizem que somos um pouco parecidos, então eu estava super amarrado de trabalhar com ele. E ele trouxe essa coisa intensa de mim. Quando você ver isso, vai ver o que eu quero dizer. Tem essa coisa intensa que ele traz de mim, que eu nunca vi em porcaria nenhuma que fiz antes. Então, foi bastante legal trabalhar com isso.

“Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos” chega nos cinemas 21 de Agosto.

E então, Shadowhunters, gostaram de mais uma entrevista com nosso Jace?
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