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Cassie deu uma entrevista ao Writer’s Digest onde ela fala bastante sobre o processo de escrita dela, dá alguns conselhos sobre como escrever e fala sobre como foi escrever Magisterium com Holly Black e mais. Confira tudo traduzido pela nossa equipe:

Cassandra Clare escreveu seu primeiro livro publicado dentro de um closet. Isso é, em um daqueles “acolhedores” apartamentos de New York, em que a cama funciona como uma cadeira de escritório e a mesa parece suspeitamente com um peitoril de janela. Nessa época, ela trabalhava em um turno duplo como editora para a National Enquirer, passando horas do dia em seu apartamento apertado, criando capítulos, procurando agentes, escrevendo consultas, trabalhando no manuscrito e, eventualmente, assinando um contrato para a publicação do que viria ser um best seller da New York Times, “Cidade dos Ossos”.

Aquele livro se provaria ser o primeiro de muitos best sellers em uma série de 12 livros (e contando) – mais antologias de pequenos contos – conhecidos como “As Crônicas Shadowhunter”: contos de uma fantasia urbana transbordando com anjos, demônios, feiticeiros, vampiros e fadas, além dos inimigos e aliados deles. Desses, talvez a serie mais conhecida seja os seis livros de “Os Instrumentos Mortais”. Clare lançou a trilogia prequel “As Peças Infernais” que se passa na Era Vitoriana, e em dezembro de 2018, o lançamento de “Rainha do Ar e da Escuridão” completou a trilogia “Os Artifícios das Trevas” que é continuação de “Os Instrumentos Mortais”. Os fãs de Cassie podem esperar explorar mais o universo dos Caçadores de Sombras em uma nova trilogia, “The Eldest Curses”, que o primeiro será lançado em 2019.

Apesar dos seus primeiros sucessos, não era algo estelar até o lançamento do terceiro livro que foi quando ela pode largar o trabalho em um tabloide e ficar apenas escrevendo o tempo inteiro. Hoje, a mulher de 45 anos lançou livros que foram vendidas 50 milhões de copias pelo mundo todo em mais de 35 linguagens e foram adaptados em filme, televisão e duas series de mangá.
Clare, que o nome real é Judith Lewis, lança seus livros como um relógio: ela publicou pelo menos um livro dos Caçadores de Sombras por ano desde 2007, com as historias curtas adicionais e trabalhos colaborativos entre eles. Ás vezes, ela disse, os processos se sobrepõem de tal forma que ela está criando a história de um livro enquanto edita a copia de seu antecessor.

Muitos de seus trabalhos de coautoria, como “As Crônicas de Bane” com Sarah Rees Brennan e Maureen Johnson, pertencem ao mundo Shadowhunter, enquanto os 5 livros de Magisterium com Holly Black, autora de “As Crônicas de Spiderwick”, se passa em um mundo completamente diferente.

Em uma conversa com a WD, Clare divide seus pensamentos em criar uma série de múltiplas partes, se aventurar em livros infantis, colaborar com outros escritores e mais.

WD: Seu mundo é todo entrelaçado. Me fale sobre seu processo de criação. Como você cria suas narrativas?

Eu sou uma delineadora. Eu seu que tem pessoas que sãos mais criadoras de enredo e outras mais improvisadoras, mas eu definitivamente sou mais do tipo criada de enredo. Eu preciso saber o que vai acontecer em uma historia. Então eu geralmente começo com o que eu chamo de um “macro-plot”, onde eu pego a historia do Ponto A, onde começa, para o fim, e tento criar momentos importantes no meio. E eu acho que esse é um ritmo bom de ver as coisas, porque eu acho momentos onde a historia dá voltas.

Para mim, tem basicamente cinco pontos onde uma história da volta: Você tem o inicio da historia. Então você tem o incidente incitador, algo que muda as coisas para o personagem para que a história tome um curso. E isso será a realização de um evento: um nascimento, uma morte, algo que leva você a responder a pergunta “porque agora? – porque você está fazendo essa historia agora, desse ponto?” e então você tem o ponto médio, onde a historia geralmente se reverte ou muda e você aprende novas informações. Você geralmente tem um ponto baixo da historia onde parece que tudo está perdido para os seus personagens. E então você tem seu desfecho.

Eu tento traçar isso, e isso forma uma espinha na qual tudo vai ser construído. Então eu faço o que eu chamo de “micro-plot”, no qual eu crio cada capitulo e o que está acontecendo em termos de personagens, e os arcos e os eventos que estão ocorrendo em ordem de criar uma história completa.
Claro que algumas coisas vão mudar. Não vão ficar completamente iguais conforme eu vou formando a historia, algumas coisas vão funcionar, algumas coisas não. Mas para mim, funciona ter isso como um guia. E eu acho que me ajuda mandar os livros, que são bem grandes e com muitos personagens, com o plot tão fechado quanto possível.

WD: Muitos dos seus livros se passam no mesmo universo, mas você não escreveu as series em ordem cronológica. Como você mantem a consistência e a continuidade quando escreve esses livros que pulam no tempo?

Eu sei. Eu fico pensando “porque eu faço isso?”, mas é quem eu sou. Eu tento ser disciplinada na minha delineação e nos meus livros, mas algumas vezes é o caso de “siga sua intuição” – eu escrevo as historias que estão me animando mais no momento. E aconteceu que, quando eu estava terminando “Os Instrumentos Mortais”, o que mais me animava eram coisas históricas. Eu tinha essa ideia e eu amei ela e queria fazer isso. Então eu voltei no tempo e fiz “As Peças Infernais”, que se passa em 1878. Então eu fui mais adianta e fiz “Os Artifícios das Trevas”. E agora eu estou voltando para 1903 e fazendo uma nova série chamada “The Last Hours”.

Eu acho que é imperativo pra eu ter uma bíblia. Acho que é assim que chamam na escrita pra TV também, onde tudo fica anotado. Você sabe, a genealogia das famílias, quais coisas e como elas funcionam, as regras da magia. A locação de todos os lugares mais conhecidos nos livros. Eu sempre volto para lá. Se alguém me roubar isso, eu provavelmente estaria perdida.

WD: Os diálogos nos seus livros parecem tão naturais. Você tem alguma dica para criar conversas fortes?

Escute o jeito que as pessoas realmente falam. Até certo ponto, todo o dialogo escrito é estilizado onde tiramos os “huns” e “ohs” e o tipo de linguagem minimizadora. E lembrem que tem um ritmo. Que a ida e volta da conversa é rítmica: alguém dá informação, alguém reage. Você tem que seguir esse padrão. Eu amo escrever diálogos. É uma das minhas partes favoritas.
Quando eu estava escrevendo “As Peças Infernais”, uma coisa que me ajudou foi sentar e escutar audiobook e peças escritas na Era Vitoriana, então eu conseguia pegar o ritmo da conversa da era Vitoriana e o jeito que eles falavam. Eu fiz meio que uma imersão. Por seis meses, eu apenas li livros, assisti filmes e ouvi peças que foram escritas naquele período especifico que meus personagens estavam, então eu estava meio que indo por aí, pensando naquele tipo de linguagem.

WD: Você tem uma fanbase muito dedicada. Você já usou os comentários deles para formar o que você estava escrevendo?

Definitivamente – quando eles me dão uma resposta sobre certos personagens ou coisas que eles amam. Eu tenho muita interação com meus fãs e eles têm bastante interação comigo. Por exemplo, eles amam muito o personagem Magnus Bane de “Os Instrumentos Mortais”. Ele é um feiticeiro imortal, e eu pensei “não tem motivo para ele não estar em As Peças Infernais”, então o coloquei lá. As pessoas o amam demais e foi ótimo ver ele em um estagio diferente da vida dele. Foi em grande parte a reação dos fãs que me fizeram incluir ele como um personagem importante na outra série.

WD: Aquele personagem – Magnus – é gay, certo? E além dele, diversidade é algo presente em seus livros. Porque ter um elenco de personagens diversos é importante pra você, e como você evita ser vitima de estereótipos quando você está escrevendo sobre esses personagens?

Alec é baseado em um amigo meu de quando eu era nova que cometeu suicídio porque ele era gay e a família dele não aceitava. Alec foi um jeito de dar a ele – mesmo que ele não estivesse por perto – uma historia que ele teria amado. Ele, como eu, era um grande fã de ficção cientifica e fantasia, um grande fã de historias e aventuras com lutadores fodões. Ver um personagem que é como ele, que é esse fodão caçador de demônios e que tem todas essas aventuras, significaria o mundo pra ele. O que eu pensei quando criei Alec foi “Espero que isso possa significar muito para as pessoas que querem se ver representadas”. Não existe muita representatividade na mídia.

E do mesmo jeito, eu tentei criar muitos outros personagens que as pessoas possam se ver neles. Tem Shadowhunters com autismo. Tem personagens trans. Tem personagens com tipos de corpos diferentes. Tem personagens com habilidades diferentes, e todos esses personagens de raças e etnias diferentes. Ser um Shadowhunter – ser esse tipo de herói legal – não é restrito a um tipo de pessoa.

Em termos de evitar estereótipos, é algo que você tem sempre que ficar cuidando. Quando eu crio personagens que não são que nem eu, eu sempre uso a sensitividade dos leitores. Quando eu estava escrevendo, por exemplo, a personagem trans Diana, que está em “Os Artifícios das Trevas”, eu me encontrei com muitas mulheres trans que viviam próximas de mim e falei com elas extensivamente sobre como criar a personalidade dela, como saber exatamente o que evitar. Essa foi minha primeira pergunta. Eu sentei e perguntei: “O que você não quer ver nessa personagem? O que você não quer que eu expresse?” E então, quando o livro estava pronto, eu tive leitoras trans para comentarem comigo e mudei de acordo.

WD: “Os Instrumentos Mortais” é geralmente chamado de uma fantasia de série urbana para jovens adultos, mas você disse no passado que poderia ser considerado um romance para jovens adultos. Como você se sente sobre essas designações de gênero?

Elas são designações de mercado. Quando eu vendi meu livro, foi vendido como fantasia urbana. E assim que nós o deixamos. E então “Crepúsculo” foi lançado e todas as editoras estavam lançando livros e colocando como romance. Tem romance em “Os Instrumentos Mortais”, absolutamente. Eu amo romance e eu amo escrever sobre isso, então não é um problema. Tem livros que definitivamente não eram romances e foram colocados nessa categoria. E então saiu “Jogos Vorazes”, e tudo foi marcado como distopia.

Uma coisa sobre ter uma carreira que se estende por mais de uma década é que isso não acontece mais comigo. Nos primeiros dias dos meus livros, minha editora fez muitos projetos de marketing com aparência romântica para eles – parte desse boom do marketing de romances sobrenaturais. Eu estou feliz que isso acabou. Agora os livros são vendidos no mercado como eles mesmos.

Uma das coisas que eu amo sobre a escrita jovem adulta, na verdade, é que não é dividido nessas categorias [como ficção adulta é]. Fica tudo junto nas livrarias. Então você escreve um mistério e então um romance e então um livro de ficção cientifica, eles todos ficam na mesma estante. Mas se você é um autor de adulto, todos esses livros devem ser separados nas prateleiras. O jovem adulto encoraja a ficção interseccional. Não importa se seu livro vai ser difícil de colocar na prateleira. Se você escreveu um romance de ficção cientifica, você não tem que se preocupar com onde ele vai parar.

WD: Como seu processo muda quando você está escrevendo com coautores?

Eu escrevo muito com coautores que são meus amigos – Robin Wasserman, Sarah Rees Brennan, Maureen Thompson – nas series de antologia que nós criamos, que são pequenos contos que se passam no meu mundo Shadowhunter. Eu fui influenciada para fazer essa clássica fantasia urbana por livros como “Thieves’ World” que eu cresci lendo, onde grupos de escritores ficavam juntos e escreviam historias diferentes todas no mesmo mundo. Isso é algo que eu sempre cresci pensando que era completamente normal, e então eu notei que não era algo que as pessoas ainda faziam. Eu fiquei tipo “vamos trazer isso de volta”.

Isso foi interessante porque todas essas pessoas que são muito familiarizadas com o meu mundo e meus personagens. Nós fazemos workshops em meus livros juntas. Elas definitivamente sabem o que estão fazendo. Então nós sentamos e repassamos essas ideias. É quase como escrever em uma sala de escritores de uma série de Tv, onde você conhece todos esses personagens e você conhece o mundo e você está dividindo ideias – isso pode acontecer ou aquilo pode acontecer.

E então quando eu escrevi com Holly Black, nós criamos Magisterium, que é uma série de cinco livros para crianças, foi totalmente diferente. Nós tivemos que criar um mundo do zero, juntas. Não era meu mundo, era nosso mundo. Nós duas são igualmente responsáveis por juntar todas as peças nesse sistema magico. E eu não tinha nenhum poder de veto. Com as antologias, eu sou tipo a criadora da série, porque é meu mundo. Mas com isso, Holly e eu tínhamos uma palavra igual. É um balanço diferente. Eles são os dois divertidos em jeitos diferentes.

WD: Você acha mais difícil escrever pra crianças?

Eu estava preocupada em não conseguir achar uma voz infantil. Foi assim que toda a conversa com Holly começou – eu estava lendo Percy Jackson no aeroporto. Eu disse [para Holly]: “Eu tenho essa ideia que eu acho que seria um ótimo livro infantil, mas eu não sei se consigo alcançar essa voz”. Ela escreveu “As Crônicas de Spiderwick”, que são clássicos, então ela me olhou e disse: “Eu tenho uma voz infantil.”

Nós decidimos então que íamos escrever juntas. Quando nós paramos para escrever o inicio – porque nós íamos usar isso para vender para as editoras – ela jogou as coisas na minha frente e disse: “vamos ver a sua voz infantil” e eu fiquei tipo “você sabe que isso é tipo ensinar alguém a nadar jogando eles na piscina”. Mas comecei a escrever e ela disse “Isso é ótimo, é exatamente como uma voz infantil soa”. E eu fiquei meio que “Graças a Deus”.

Eu acho que consegui chegar lá não porque tenho uma habilidade inerente pra fazer isso, mas porque eu li muitos livros infantis antes de sentar e começar. Se você escreve um gênero que não está acostumada, a melhor coisa que você pode fazer é sentar e passar algumas semanas lendo esse gênero.

WD: Você fez algumas ficções curtas também, que pode ser um desafio particular nesses gêneros porque você não tem muito espaço para detalhes. Então como você escolhe os detalhes certos para fazer uma pintura completa desses contos sem se passar?

Nossa, contos são difíceis para mim. Uma das minhas melhores amigas, Kelly Link, é uma escritora de contos. Ela teve muitos prêmios e foi nomeada para um Pulitzer por causa de seus contos. Ela é brilhante, então é um pouco assustador ficar próxima dela. Mas ela me deu um grande conselho que uma história curta é mais um exercício formal – tentar pensar neles como eu geralmente penso em livros, eu estou contando um pedaço menor daquela historia. E esse pedaço de historia é geralmente mais intenso. Você ganha uma concentração maior de uma historia em um conto.

Então tiveram várias historias curtas que eu escrevi – tem uma chamada “A Fortunate Future Day” que se passa em um mundo destruído no futuro. Nós não aprendemos muito sobre o que aconteceu naquele mundo porque em um conto, você tem que se concentrar no seu personagem e o que acontece com o seu personagem naquela historia: como eles mudam? O que você aprende sobre esse personagem na história dele?

WD: Como o filme e a série de “Os Instrumentos Mortais” vieram a acontecer e o quanto você tinha a ver com eles?

Eu não tinha nada a ver. A série aconteceu porque eles tinham feito o filme, e o filme tinha sido ok, mas não era o que eles queriam. E eles decidiram que parte do problema com o filme era tentar contar aquela grande historia em um filme de duas horas, e eles fariam melhor vendendo como uma série de tv e tentando contar a historia em um formato maior. Foi um movimento interessante porque ao invés de fazer um segundo filme, eles basicamente pegaram todo material e foram para as emissoras e falaram tipo “Nós queremos fazer isso ao invés do filme”. E eu acho que é um jeito interessante de desenvolver a história. Mas eu literalmente não tenho nada com ela. Nem sei quais são os planos deles.

WD: O que você pode nos dizer sobre o seu ultimo livro?

“Rainha do Ar e da Escuridão”, que é o ultimo livro de “Os Artifícios das Trevas”, sai em dezembro [2018], e eu vou sair em turnê para ele. Eu estou muito animada. E então o primeiro livro de “The Red Scrolls of Magic” que é um spin off apenas sobre Alec e Magnus, que sai logo em seguida. Depois disso, eu tenho uma série adulta chamada “Sword Catcher” que vai sair pela Random House (nos EUA) sobre um garoto que é sequestrado da casa dele e forçado a ser um substituto para o príncipe, e descobre que o príncipe que está na linhagem para ser coroado ao trono é um cara bem ruim.

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