03.01

Sinopse: Grécia Antiga, o lar de deuses e reis. Pátroclo, um jovem e tímido príncipe, acaba exilado no reino de Fítia, após um acontecimento trágico. Em seu novo lar, longe de tudo o que conhecia, ele encontra Aquiles – filho do rei e da deusa Tétis.

Aquiles é tudo o que Pátroclo não é: extraordinário em todos os sentidos, belo e com um futuro brilhante já delimitado por uma profecia. Mesmo com essas diferenças, eles desenvolvem uma conexão profunda e se tornam inseparáveis. Durante anos, passam a vida assim, lado a lado, crescendo juntos. E, quando se tornam jovens adultos, esse relacionamento muda para algo ainda mais intenso.

A vida idílica que levam é interrompida quando surge a notícia de que Helena de Esparta foi raptada e que os homens gregos devem partir imediatamente para Troia a fim de libertá-la. Aquiles vê nessa guerra a oportunidade perfeita para enfim cumprir seu destino heroico e decide deixar para trás a corte e seguir para a batalha. Pátroclo, movido pelo amor que sente por Aquiles, o acompanha.

No entanto, mal sabem eles que, além de glória e amor, o destino também tem reservado uma grande dose de sacrifícios.

Baseada na Ilíada de Homero, A canção de Aquiles já encantou centenas de milhares de leitores ao redor do mundo. É uma história sobre o poder do amor e a força do destino, mas também das grandes batalhas entre deuses e reis, de paz e glória, de fama eterna e dos segredos do coração humano.

‘A Canção de Aquiles’ fala sobre amor. Parece um início pouco promissor para uma resenha de livro. Soa clichê, comum e banal mas não é. É sua essência. ‘A Canção de Aquiles’ não conta uma história de amor, ele retrata essa história de forma crua. Não é um livro romântico, é o registro de um fato inexorável, um sentimento poético, gentil mas visceral que é certeza até quando se gostaria que fosse dúvida.

Bom, mas vamos começar do começo: “Grécia Antiga, o lar de deuses e reis. Pátroclo, um jovem e tímido príncipe, acaba exilado no reino de Fítia, após um acontecimento trágico. Em seu novo lar, longe de tudo o que conhecia, ele encontra Aquiles – filho do rei e da deusa Tétis.

Aquiles é tudo o que Pátroclo não é: extraordinário em todos os sentidos, belo e com um futuro brilhante já delimitado por uma profecia. Mesmo com essas diferenças, eles desenvolvem uma conexão profunda e se tornam inseparáveis. Durante anos, passam a vida assim, lado a lado, crescendo juntos. E, quando se tornam jovens adultos, esse relacionamento muda para algo ainda mais intenso.

A vida idílica que levam é interrompida quando surge a notícia de que Helena de Esparta foi raptada e que os homens gregos devem partir imediatamente para Troia a fim de libertá-la. Aquiles vê nessa guerra a oportunidade perfeita para enfim cumprir seu destino heroico e decide deixar para trás a corte e seguir para a batalha. Pátroclo, movido pelo amor que sente por Aquiles, o acompanha.

No entanto, mal sabem eles que, além de glória e amor, o destino também tem reservado uma grande dose de sacrifícios.

Baseada na Ilíada de Homero, A canção de Aquiles já encantou centenas de milhares de leitores ao redor do mundo. É uma história sobre o poder do amor e a força do destino, mas também das grandes batalhas entre deuses e reis, de paz e glória, de fama eterna e dos segredos do coração humano.” (Sinopse retirada de Planeta dos Livros).

Recontar clássicos é difícil. Parece até fácil mas sejamos sinceros, ninguém aguenta mais “recontos” que na verdade é só a Cinderela de calça jeans ou um vilão incompreendido, textos sem alma que não acrescentam nada de novo à fábula. Não que não existam diversos exemplos positivos do gênero, ai de mim que adoro um clichê mas até clichês precisam de algo que lhe seja diferencial ou se tronam esquecíveis, desinteressantes.

Isso não é um problema pra canção de Madeline Miller. Sua escrita é mágica, cada palavra dessa epopeia encanta. Trazendo uma narrativa em tons de poesia – seguindo sua inspiração em Homero, a autora é capaz de viciar o leitor já nos parágrafos iniciais e transformar seu narrador em primeira pessoa vivente naquele que o está lendo. Entenda: o leitor se torna indissociável do narrador! Você se torna Pátroclo, você se apaixona por Aquiles, é você quem vai pra Troia e vive a guerra. Você!

O livro é tocante e emocionante. A relação entre os protagonistas é sólida, divina e mortal, as interações entre todos os personagens é significativa, nada é leviano ou menos importante. E toda essa profundidade vem de Pátroclo. Só importa porque importa pra ele. Aquiles é uma força da natureza, sobrehumano, excepcional mas são a resiliência e gentileza de Pátroclo que verdadeiramente impressionam. O conto é a releitura de uma tragédia grega com todos os elemetos esperados: deuses, guerra, mortes, dor. E ainda assim, termina com um senso de esperança e doçura que apenas esse indomável espírito poderia encontrar.


“Eu o reconheceria apenas pelo toque, pelo cheiro; eu o reconheceria cego, pelo modo como exalava o ar e como seus pés batiam a terra. Eu o reconheceria na morte, no fim do mundo”

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