02.11

Sinopse: Charlie Spring e Nick Nelson não têm quase nada em comum. Charlie é um aluno dedicado e bastante inseguro por conta do bullying que sofre no colégio desde que se assumiu gay. Já Nick é superpopular, especialmente querido por ser um ótimo jogador de rúgbi. Quando os dois passam a sentar um ao lado do outro toda manhã, uma amizade intensa se desenvolve, e eles ficam cada vez mais próximos.
Charlie logo começa a se sentir diferente a respeito do novo amigo, apesar de saber que se apaixonar por um garoto hétero só vai gerar frustrações. Mas o próprio Nick está em dúvida sobre o que sente – e talvez os garotos estejam prestes a descobrir que, quando menos se espera, o amor pode funcionar das formas mais incríveis e surpreendentes.

Essa minha resenha será um pouco diferente. Como eu recebi “Heartstopper” 1&2 no mesmo dia, além deles terem sido lançados praticamente juntos, então eu achei por bem ler os dois de uma vez e fazer não uma, mas duas resenhas para serem postadas assim, uma seguida da outra. Primeiramente eu pensei sim em fazer apenas uma resenha com os dois, mas isso vai contra toda minha politica de não colocar spoilers que podem atrapalhar, então para o segundo volume, o link será separado – apesar da própria sinopse da segunda HQ deixar claro como tudo termina. Enfim, vamos a resenha 01:

Quando começa “Dois Garotos, Um Encontro”, o primeiro volume de Heartstopper, nós somos apresentados a Charlie e Nick. Os dois garotos estudam no mesmo colégio para rapazes e, fora isso, não parecem ter exatamente muita coisa em comum. Charlie é um garoto mais retraído e nerd, que apenas tem um grupo seleto de amigos desde que se assumiu gay e todos os outros no colégio começaram a tratar ele mal por conta disso.

Enquanto isso nós temos Nick, um garoto expansivo, cheio de amigos, que gosta de esportes e faz parte do time de rugbi, além de estar um ano acima de Charlie no colégio. Porém, um dia os dois são colocados na mesma sala de chamada e então Nick começa a cumprimentar Charlie todo dia, apesar de Charlie ficar completamente confuso e sem entender, até que eles começam a conversar sobre diversas coisas. Então Nick o convida para entrar no time de rugbi e é aí que eles ficam mais próximos ainda.

Charlie, que no inicio da HQ está no meio de um relacionamento um tanto abusivo, não tem nenhum “problema” com sua própria sexualidade, muito certo de si mesmo. Porém, depois de se livrar desse relacionamento que só faz mal a ele, ele começa a desenvolver sentimentos por Nick e não sabe como explicar a extensão disso e nem como lidar com o fato de ter se apaixonado por um garoto que, aparentemente, é hétero.

Confesso que quando eu peguei os livros para ler, eu não imaginava que ia ficar tão cativada pela história dos dois. Tá, eu imaginava que seria fofinho, mas nunca pensei que seria uma história sobre dois adolescentes escrita de uma forma tão sensível assim, que me faria ficar com um sorriso bobo nos lábios enquanto via o desenrolar do que estava acontecendo ali e que estava bem claro pra mim – e imagino que para as outras pessoas que leram o livro também.

Nós vamos seguindo com eles por todas as páginas, vendo as coisas mais do ponto de vista de Charlie do que de Nick nesse primeiro volume e eu imagino que foi essa mesma a ideia da autora, que nós pudéssemos ver e ter uma pequena duvida sobre onde aquilo levaria (apesar de não deixar tanta margem para duvida assim) e foi tudo acontecendo de uma forma tão natural que é impossivel não se apaixonar pelos dois perdidamente.

E, para não deixar escapar nenhum spoiler sobre o volume 1 aqui, eu vou passar para a próxima resenha, que vocês podem ler AQUI.

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