21.05

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George Blagden, o narrador do segundo conto de “As Crônicas de Bane”: “The Runaway Queen”, algo como “A Rainha Fugitiva”, em tradução livre, falou com o Hollywood crush sobre sua experiência e o quanto ele gostou de fazer, além de, claro, ter adorado o nosso Magnus Bane!

Olá! Aqui é o George Blagden, narrador de “The Runaway Queen”, por Cassandra Clare e Maureen Johnson.
The Runaway Queen é uma história sobre as aventuras de Magnus Bane em Paris, e toda a excentricidade que ele lida com as cortes em Paris. Ele ingressa na mais fantástica volta de balão, ele conhece vários franceses interessantes e bizarros pelo caminho, e entra em situações perigosas com vampiros, mas é uma história “fanfarrona” sobre princesas francesas e balões de ar quente.
Essa é a minha primeira experiência de narração, e o processo de gravação, honestamente, foi assustador e ao mesmo tempo recompensador. É meio que maravilhoso que um autor deixa você pegar seu trabalho e dar voz a esses personagens que eles criaram. Você tem uma responsabilidade enorme e não quer fazer nada errado, e é tão divertido também poder descobrir esses personagens pela primeira vez, e ler sobre eles, então… É. Assustador mas realmente recompensador.
A diferença entra narrar e fazer papéis para a televisão, é que com a narração, você tem que dar todos os detalhes dessa história e as passagens descritivas que Cassandra e Maureen escreveram com apenas sua voz. Você não tem seu corpo ou expressões faciais, e tudo tem que sair apenas com sua voz.
Foi muito divertido voltar a uma França do passado. Em The Runaway Queen, comparando com Os Miseráveis, é mais ou menos uns 100 anos antes que em Os Miseráveis, mas ainda tem meio que esse clima revolucionário acontecendo. Então é, é bem legal na verdade. Eu sinto como se eu estivesse colocando um casaco velho novamente, ou algo gênero. Foi uma grande diversão. Eu amo Paris, então poder fazer algo que tenha a ver com Paris, ou franceses, ou a língua francesa é uma alegria para mim.
Eu não tenho cinco horas para te dizer o que eu gosto sobre o personagem Magnus Bane, mas eu acho que gosto da sua irreverência. Eu gosto das situações difíceis em que ele se mete, e então poder ver como ele lida com essas situações difíceis de uma forma meio que charmosa e imprópria, mas eu acho que a sua natureza irreverente é o que eu mais gosto nele.

E então, Shadowhunters, o que vocês acharam?

Aqui vocês podem conferir também a narração de um trecho do início do conto “The Runaway Queen”:

FONTE

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