21.02

Sinopse: Quando pesadelos são reais, dormir é um privilégio

Uma epidemia assola os Estados Unidos. Milhares de pessoas perdem a capacidade de dormir. Conheça a Corpo do Sono, uma organização que persuade sonhadores saudáveis a fazer doações para os insones. Sob o comando dos enigmáticos irmãos Storch, o alcance da Corpo do Sono só cresce, e ela já está presente nas principais cidades americanas. Trish Edgewater, cuja irmã, Dori, foi uma das primeiras vítimas da insônia letal, há sete anos recruta doadores para a organização. Mas sua crença na empresa e nas próprias motivações começa a vacilar quando ela é confrontada com a Bebê A, a primeira doadora universal, e com o misterioso e maligno Doador Q.

Doadores de Sono fala sobre uma epidemia que tomou conta dos Estados Unidos em que todas as pessoas afetadas por ela simplesmente não conseguem dormir, então uma empresa chamada “Corpo do Sono” recruta pessoas que conseguem dormir normalmente para doarem sono para aquelas que estão tomadas pela doença. Algumas das pessoas precisam apenas de uma transfusão de sono para se recuperarem totalmente enquanto outras passam a vida inteira precisando disso para viver.

“Um neurologista da John Hopkins afirmou que meras duas horas de sono teriam impedido a parada cardíaca e consequente morte de Carolina. Uma quantidade entre nove e treze horas teria dado fim às alucinações e a reintegrado ao mundo dos despertos com sinais vitais estáveis. Uma noite de sono teria salvado a sua vida.”

E é aí que entra a protagonista do livro, Trish Edgewater. Trish é a maior recrutadora da “Corpo do Sono”, tudo porque a irmã dela, Dori, foi um dos primeiros casos fatais logo que a epidemia começou e ela usa a história da morte da irmã como um incentivo para conseguir doadores. Trish é uma personagem que claramente sofre de muita culpa, tanto por ter sobrevivido enquanto a irmã morreu – assim como por conseguir dormir quando muitas pessoas não conseguem – e também por usar essa história como fundo para atrair mais pessoas que possam doar que, como ela mesma diz, ás vezes parece que soa como uma chantagem emocional.

“Existem corpos que rejeitam a transfusão após o procedimento, corpos pré-programados com alta imunidade a qualquer sonho de outrem e que reagem com uma violenta reação até mesmo às transfusões de sonos de bebês. E Deus sabe que, na vida desperta, também já trabalhei com muita gente incapaz de aceitar qualquer doação humana – quer seja de sangue, de medula, de sono, de critica, de elogio, de dinheiro, de amor. Há certos dias em que sou uma delas.”

Além da Trish, também tem outros dois personagens que são muito importantes para a história: A “bebê A” que é a primeira bebê que é uma doadora universal, ou seja, todas as pessoas podem receber doações do sono dela. E o outro personagem é o “Doador Q” que é meio que apresentado como um vilão (considerando que o livro é no ponto de vista da Trish e ela trabalha para a agencia que recebe doações de sono), que contamina os sonhos de muita gente com pesadelos na doação dele.

“Que alivio, eu penso, nunca mais ter de se preocupar com a possibilidade de que, talvez, seja você quem anda envenenando a oferta de sono da nação. Será que mais alguém tem essa fantasia?”

Bom, o que eu tenho a dizer sobre o livro, como minha opinião dele é o seguinte: Não é um livro ruim, exatamente. A premissa dele é realmente boa porque, como seria um mundo onde a grande epidemia fosse a falta de sono? Onde pessoas realmente morressem por não conseguir simplesmente dormir? O meu grande problema não foram os personagens, nem a história em si, mas sim a maneira como terminou. Ele termina de uma forma aberta, mas não aquele aberto que te satisfaz, mas sim que te deixa com mais perguntas do que respostas. A impressão que eu tive no final é que, a autora pegou algo que aconteceu lá no meio do livro e que foi enrolado pra dar continuidade e resolveu em dois capítulos que literalmente tem quatro paginas (contando frente e verso, é sério). Eu achei muito, muito frustrante mesmo esse final, eu até fiquei caçando pra ver se não tinha faltado página porque não era possível que tivesse terminado da forma que foi – e também cacei informações sobre uma possível continuação que, bem, não existe pelo jeito e nem tem promessa de existir algum dia.

Bom, como eu disse, não é um livro ruim mesmo, é até bom, a historia em si e os personagens são muito bons e um tanto complexos, mas eu não indicaria esse livro pra quem, como eu, prefere um final mais fechado ou mesmo um aberto que tenha mais sentido e não apenas as coisas corridas e não respondidas.

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