Resenha: A professora do jogador [Campus Wallflowers #1] – Rebecca Jenshak

Sinopse: Daisy cursa arte e física na universidade, onde mora com suas três melhores amigas. Ela leva os estudos muito a sério, mas não é apenas com livros que passa seus dias: sua vida é repleta de diversão, boas conversas e risadas. Apesar da rotina atarefada, ela ainda sente falta de algo… talvez um grande romance?
Daisy sabe muito bem qual é o seu tipo ideal: aquele cara certinho, responsável e sossegado. Ou, pelo menos era isso o que a garota achava… Até encontrar um jogador de hóquei que precisa da sua ajuda no que ela faz de melhor: estudar. É a partir desses encontros que todas as suas convicções começam a ruir. Jordan é o contrário dos seus ideais: gosta de farra, é pegador, um pouco convencido e tem fama de badboy . Daisy sabe que se envolver com alguém assim significa problema, mas, então, por que não consegue ficar longe dele?
Neste romance recheado de química e slow burn , Rebeca Jenshak nos mostra que a vida pode ser muito mais incrível do que os nossos maiores sonhos e que nossas primeiras impressões nem sempre estão certas.
CONTEÚDO ADULTO

Um fato sobre mim é: se tem romance com jogadores de hoquei, pode ter certeza que vou ler. E exatamente por isso eu estava curiosa para saber como se desenvolveria toda a história de “A professora do jogador”, muito porque, quem leu Off Campus sabe, o romance no primeiro livro começa porque Hannah começa dar aulas para Garrett. Mas, esse livro não poderia ser mais diferente e isso foi uma surpresa boa.
Daisy é uma garota certinha e não porque ela quer ser: apesar de ser nerd e de gostar de arte, ela quer aproveitar a vida na faculdade com tudo que tem direito, mas tem um problema sério que é a vergonha que a garota sente e o medo de se enfiar em situações estando sozinha.
“Estou acostumada a ser ignorada ou descartada, e isso dói. Mas ser vista e, mesmo assim, não ser boa o bastante — é muito pior.”
Daisy também não queria saber de Jordan: pelo contrário, ela tinha um crush enorme no melhor amigo do garoto e, graças a aula de física, conseguiu se aproximar dele, ficando no mesmo grupo dos dois garotos por ter ficado sozinha em outras aulas.
O que começa como uma paixão enorme, aos poucos conforme ela convive com os dois, começa a desencantar, ainda mais com ela se aproximando de Jordan – ela começa a perceber que talvez aquele cara bad boy não seja tão ruim como ela pensa.
“É bem provável que ninguém tenha percebido o que está acontecendo. Ninguém nunca nota a minha presença, por que agora seria diferente?”
Ela não imagina que Jordan começa se aproximar dela porque ele tem outro plano em mente: não deixar o melhor amigo se distrair da temporada de jogos com uma namorada. E o que Jordan também não imagina é que ele mesmo começa criar sentimentos pela garota que ele tenta afastar de seu amigo.
O relacionamento dos dois tem um slow burn gostoso de acompanhar que não é tão “slow burn” assim considerando que o livro é curto. A escrita de Rebecca me surpreendeu também: eu nunca tinha lido nada dela antes, mas gostei da forma engraçada e facil de ler que ela conduz o livro.
E todo clichê que você pode imaginar, você encontra nesse livro: slow burn, friends-to-lovers, o que parece ser o casal do próximo livro (não sei porque não pesquisei sobre) provavelmente será um enemies-to-lovers. Estou ansiosa para o próximo e tenho certeza que se você gosta de romances gostosinhos de ler, você vai adorar.

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