Prévia de Lady Midnight traduzida

Lady Midnight, The Dark Artifices, The Shadowhunter's Chronicles

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Como muitos sabem, já estão sendo publicados os contos mensais de “Contos da Academia dos Caçadores de Sombras”, que está acontecendo nos mesmo moldes de “As Crônicas de Bane” – contos mensais para depois serem publicados em versão física. No Brasil, a Galera Record já comprou os direitos do livro.

O que muitos shadowhunters brasileiros ainda não tiveram a chance, já como os contos não estão saindo no Brasil, é de ler uma prévia de Lady Midnight que vem no final de cada e-book em língua inglesa – sim, um trecho grande de um capitulo do qual não sabemos qual – um trecho bem maior de um snippet prévio postado por Cassie.

Esse trecho ainda pode ser modificado, já como Lady Midnight (“Dama da Meia Noite”, em tradução livre), ainda está na fase de edição. Contudo, acreditamos que a versão oficial será essa ou algo bastante próximo.

Agora nossa equipe traduziu para vocês esse trecho que vocês podem conferir aqui no site! Se preparem, tem fortes emoções com Julian e Emma!

Confiram:

Emma pegou a Pedra de Luz Enfeitiçada de seu bolso e a acendeu – e quase soltou um grito. A camiseta de Jules estava ensopada de sangue, e pior, as runas de cura que ela havia desenhado tinham desaparecido de sua pele. Elas não estavam funcionando.
“Jules,” ela disse. “Eu tenho que chamar os Irmãos do Silêncio. Eles podem te ajudar. Eu preciso.”
Os olhos deles se fecharam com a dor. “Você não pode,” ele disse. “Você sabe que nós não podemos chamar os Irmãos do Silêncio. Eles reportam diretamente para a Clave.”
“Então nós mentimos para eles. Dizemos que foi uma patrulha de rotina. Eu vou ligar.” Ela disse, e pegou seu telefone.
“Não!” Julian disse, forte o suficiente para pará-la. “Os Irmãos do Silêncio sabem quando você mente! Eles podem ver dentro da sua cabeça, Emma. Eles vão descobrir sobre a investigação. Sobre Mark…”
“Você não vai sangrar até a morte no banco de trás de um carro pelo Mark!”
“Não,” ele disse, olhando para ela. Seus olhos eram de um azul-esverdeado diferente, a única cor viva no interior sombrio do carro. “Você vai me consertar.”
Emma podia sentir quando Jules estava ferrado, como um espinho alojado em sua pele. A dor física não a incomodava; era o terror, o único terror pior que o medo do oceano. O medo de Jules estar ferido, o medo dele morrer. Ela desistiria de tudo, suportaria qualquer ferimento, para prevenir que esse tipo de coisa acontecesse.

O trecho é realmente grande, então para ler toda a prévia, basta vir AQUI

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