07. Cidade de Vidro – Jace beija Alec

“Então abaixo está, de fato, a versão original da cena que começa na página 137 de Cidade de Vidro, “Jace olhou para Alec de forma gradual. “O que ha entre você e Magnus Bane?” Na versão original, Jace na verdade beija Alec, mais para fazer um ponto do que qualquer outra coisa, mas a cena resultante me fez rir e fez meu editor rir, histericamente. Isso não funcionou – feito o impacto emocional de Jace aconselhando Alec. Mas desde de que houve um monte de pedidos (a maioria de Macy e Ashley) para ver isso, aqui, para celebrar o lançamento de Cidade de Viro no Reino Unido, estar a cena. Eu te aviso, não é nada romantico.” – Cassandra Clare.

 

Jace olhou para Alec de forma gradual. Então ele disse:

– O que há entre você e Magnus Bane?

A cabeça de Alec virou para o lado, como se Jace o tivesse estapeado ou o empurrado.

– Eu não sei, não há nada.

– Eu te conheço – disse Jace o evitando. – Eu não sou estúpido. Me conte a verdade.

– Não existe nada entre nós – disse Alec. E então encarando Jace, acrescentou com grande relutância:

– mais nada. Não existe mais nada entre nós. Ok?

– E porque isso? Magnus realmente gosta de você.

– Esqueça isso, Jace – disse Alec em um tom de aviso.

Jace não estava demonstrando nada sobre estar sendo avisado.

– Magnus diz que é porque você está caidinho por mim. Isso é verdade?

Houve um momento de silêncio absoluto. Então Alec deu um gemido desesperado de horror e levantou suas mãos para cobrir seu rosto.

– Eu vou matar o Magnus. Matá-lo bem.

-Não. Ele cuida de você. Ele realmente cuida. Eu acredito nisso – disse Jace, soando um pouco desajeitado.  – Olha.  Eu não quero te pressionar em nada, mas você talvez queira…

– Ligar para o Magnus? Olhe, esse é um fim de assunto, eu sei que você está tentando ajudar, mas…

– me beijar? Jace finalizou.

Alec pareceu como se ele estivesse caindo de sua cadeira.

– O QUÊ? O quê? O quê?

– O que você faria – Jace deu seu melhor em olhar como se isso fosse o tipo de sugestão que se faz a todo o tempo. – Eu acho que isso poderia ajudar.

Alec o olhou com algo como horror.

– Você não disse isso.

– Porque eu não diria isso?

– Porque você é a pessoa mais heterossexual que eu conheço. Possivelmente a pessoa mais heterossexual do mundo.

– Exatamente – disse Jace, se encostando com rapidez, e beijou Alec na boca.

O beijo durou aproximadamente quatro segundos antes que Alec o empurrasse forçadamente, levantando suas mãos  como se para evitar  Jace de vir até ele novamente. Ele parecia como se tivesse vomitado.

– Pelo Anjo – ele disse. – Nunca mais faça isso.

– Oh, sério? – Jace sorriu – Foi ruim?

– Como se beijasse meu irmão – disse Alec, com uma aparência de horror em seus olhos.

– Eu imaginava que você poderia se sentir assim, – Jace cruzou seus braços sobre seu peitoral. – também estava esperando que nós pudéssemos apenas maquiar toda ironia aqui em o que você apenas disse.

– Nós podemos maquiar o que quer que você queria. – disse Alec  fervorosamente – Apenas não me beije novamente.

– Eu não vou. Eu tenho outros negócios para tratar. – Jace levantou, empurrando sua cadeira para trás.

– Se alguém perguntar para onde eu fui, fala que eu fui dar uma caminhada.

– Para onde você estar realmente indo? – Perguntou Alec, vendo-o andando até a porta. – Ver Clary?

– Não. – Jace sacudiu sua cabeça. – Eu vou no Gard. Vou ajudar o Simon a fugir da prisão.