Conforme nós falamos nesse post aqui, hoje é aniversário do Alec e em mais comemoração, Cassie compartilhou um trecho de “Land I Lost”, o próximo conto de “Ghosts of the Shadow Market”. Confira:

Rafe ergueu as mãos para ser carregado. Alec o segurou em seus braços. O coração de feiticeiros batia diferente, e Alec estava acostumado ao ouvir o som do coração de Magnus e Max, sempre calmos e reconfortantes. Era estranho, segurar uma criança com o batimento do coração mortal, mas Alec estava se acostumando ao novo ritmo.

O sol estava queimando nas paredes brancas das paredes das ruas que eles estavam descendo. As sombras deles estavam bem para trás, mas a cidade ainda estava brilhando, e Alec viu pela primeira vez que poderia ser adorável.

Ocasionalmente Alec se desesperou: que o mundo não poderia ser mudado, ou que não mudaria rápido o bastante. Ele não era imortal, e não queria ser, mas tinha tempos que ele tinha medo de não viver o bastante, que ele nunca teria a oportunidade de tomar as mãos de Magnus na frente de todos que eles amavam e fazer uma promessa sagrada.
Nesses momentos, tinha uma imagem que Alec segurava contra a exaustão ou rendição, uma lembrança de sempre lutar por aquele dia, pelo dia deles.

Quando ele tivesse partido, quando ele fosse sombras e pó, Magnus ainda estaria andando por esse mundo. Se o mundo mudasse para melhor, então aquele futuro irreconhecível seria melhor para Magnus. Alec podia imaginar que em um dia tão quente como esse, em uma rua estranha de um país estranho, Magnus poderia ver algo bom que o lembrasse de Alec, algum modo que o mundo poderia ter mudado porque Alec viveu. Alec não tinha como imaginar como seria o mundo então.

Mas ele podia imaginar, em algum futuro distante, o rosto de quem ele mais amava.

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