Sinopse: Primeiro livro de Confissões de Noah Shaw, nova série do mesmo universo da série best-seller do New York Times Mara Dyer.

Neste volume, velhos esqueletos são descobertos e novas promessas se mostram mortíferas. É o que acontece depois do “felizes para sempre”. Noah Shaw enfrentou as forças do destino e o próprio pai para ficar com Mara. As mais absurdas provas se interpuseram no caminho do casal. De ter de escolher entre matar a amada ou seu irmão até lidar com uma médica psicopata, Noah precisou de toda a inteligência e perspicácia para viver seu amor.

Agora, os dois finalmente estão juntos e em paz. Mas algo está à espreita. Vários Agraciados morrem, aparentemente por suicídio. A habilidade de Noah de sentir o que eles sentem, no entanto, coloca em xeque essa versão: eles não queriam morrer. Então, por que se mataram? Stella, uma das companheiras de Mara no Horizontes, afirma que a garota é a responsável.

Noah se recusa a acreditar. Mara é uma força incontestável, mas ela não sente prazer em matar. Ou ele estaria equivocado? À medida que mais Agraciados morrem, ele precisa decidir se confia em seu coração ou nas evidências. E precisa decidir se seria capaz de viver seu amor, mesmo banhado em sangue.

[PODE CONTER SPOILERS DA TRILOGIA MARA DYER]

Eu me sinto meio suspeita para falar quando se trata de alguma coisa envolvendo Noah Shaw, porque desde que eu li a trilogia da Mara, eu declarei meu amor eterno por ele. Então quando eu soube que os livros iam continuar agora numa trilogia narrada no ponto de vista dele, eu fiquei MUITO empolgada e louca que saísse aqui no Brasil de uma vez. Bom, vamos a um pequeno resumo.

Nos livros de Mara Dyer, nós fomos apresentados a esses personagens, os Agraciados, que cada um deles tem um poder especial: Mara pode matar qualquer um com a sua mente, Noah pode curar, Jaime consegue manipular pessoas, e por aí vai. Também descobrimos como tudo isso foi acontecer logo com eles e bem, eu não vou falar muito exatamente para não dar spoilers gigantescos sobre a primeira trilogia em si.

“Mas vi o suficiente da verdade a esta altura para saber que as respostas das perguntas que nós queremos respondidas não nos serão entregues por terceiros. Nós precisamos ser a resposta. Ignorar o passado e continuar em frente.”

No inicio de “A Construção de Noah Shaw”, nós nos deparamos com o velório do pai de Noah após os acontecimentos da trilogia da Mara (e o pai de Noah é um personagem MUITO importante em tudo que acontece lá). Aparentemente o pai dele cometeu suicídio e Noah, a madrasta, a irmã e Mara viajam para a Inglaterra para participar do enterro do homem. Como os animais não reagem bem a Mara, eles saem de lá para outro lugar e quando estão juntos, Noah vê dentro de sua mente outra pessoa Agraciada se suicidando.

Noah já conseguia fazer isso na trilogia anterior, mas como ele fala, dessa vez parece intensificado como se ele mesmo estivesse cometendo o suicídio e não a outra pessoa, além disso, se junta o fato de que o que ele sentiu era que a pessoa não queria se matar, era como se estivessem o obrigando a fazer isso. E então Noah e Mara começam a investigar para saber quem exatamente é aquela pessoa que se matou na propriedade da família dele. A investigação não leva a lugar nenhum, então eles voltam para os Estados Unidos e vão morar em NY, onde a família de Mara acha que ela está cursando a faculdade, algo que Jaime implantou na cabeça deles, e levam junto com eles o amigo de infância de Noah, Ganso.

“Isto é o que pessoas que nunca desejaram morrer não entendem: a pior coisa para nós é o sentimento de que precisamos viver quando não queremos.”

De volta a NY, Noah sabe que tem muito mais com o que lidar: o pai deixou em testamento todo o patrimônio para ele, incluindo uma clinica (que também é importante na primeira trilogia) e várias e várias caixas de segredos que seu pai tinha e que ele não tem muita certeza de querer saber ou não.

Além de ter que lidar com isso, também acontece a morte de outra pessoa Agraciada, nas mesmas circunstancias e mais uma vez Noah sente tudo de forma tão maior que dessa vez ele sabe até mesmo o nome da pessoa que se matou por conseguir ouvir o pensamento dela enquanto se matava, coisa que nunca tinha acontecido antes. Isso os leva a começarem a investigar mais a fundo o que está acontecendo e o que está causando essas mortes.

“- Eu te amo – diz.
Lembro-me das palavras de Jamie e sorrio, só um pouco, ao ajeitar a cabeça de Mara para que se encaixe sob meu queixo.
Essa é sua desgraça – retruco.
Mas, na verdade, é a minha.”

No meio da investigação, eles descobrem um grupo de Agraciados que estão em busca de outros como eles, contando com a ajuda de uma pessoa secreta que pode identificar outros com poderes, e assim podem fazer e manter contato pra conseguirem se unir e lutar contra o que quer que esteja acontecendo.

O problema todo começa a tomar uma forma cada vez maior quando cada vez mais pessoas com poderes desaparecem e é pior quando tudo isso começa a apontar apenas uma pessoa como culpada: Mara. E agora? Como lutar contra as provas e descobrir a verdade por trás de tudo? E pior ainda, se Mara é realmente a culpada das mortes, o que fazer quanto a isso?

“- Ah, é? Então me explique Mara.
Observo-o refletir por um momento.
Ela é sua falha trágica, acho. – Seus lábios se curvam em um sorriso. – Todo herói tem uma.
(…)
Viu? Esse é o seu objetivo final. E o dela. Mas que pena, você é o herói da história, e ela é a vilã… O casal refém do destino, que sentencia os dois a viverem separados.

Bom, como eu disse lá em cima, logo que eu soube da trilogia do Noah, eu fiquei EMPOLGADISSIMA, porque Mara Dyer é de longe uma das minhas trilogias favoritas e porque eu amo tanto o Noah e é até difícil pra colocar em palavras o tanto que eu o amo. Enfim, eu gostei bastante do primeiro livro da trilogia dele. O começo demorou um pouco para me pegar, não sei se porque faz muito tempo que li o ultimo livro da Mara e daí tinham alguns comentários sobre coisas que eu não lembrava e me deixava meio confusa, mas quando foi chegando lá pelo meio do livro, alcançou um ponto onde eu simplesmente não conseguia mais parar.

O Noah é, sem duvida nenhuma, um dos melhores personagens que eu já li. Eu já achava isso antes, mas vendo agora as coisas acontecendo pelo ponto de vista dele e como ele lida com as situações que estão acontecendo, com as duvidas em torno da cabeça dele e até podemos ver algumas coisas que ele pensava sobre acontecimentos dos livros passados.

Além do Noah, eu sempre gosto de lembrar o quanto eu amo a Mara também. Nesse livro, não teve um foco muito grande nela, pelo contrario, em várias cenas ela não aparecia, apenas era mencionada e, claro, Noah pensa muito nela, mas fora isso, ela quase não teve destaque algum até o final do livro.

“Não vou sair do jogo. Vou destruir a porra do tabuleiro.”

A minha posição final é: o primeiro livro é tão bom quanto a trilogia antiga, eu realmente amei, apesar do que falei sobre o inicio e eu MAL POSSO ESPERAR pra ler a continuação e saber o que vai acontecer porque o final desse livro, meus amigos, deixa com um gancho que olha… É maravilhoso.

Se vocês ainda não leram a trilogia original, deem uma chance e leiam, sério. Eu realmente acho que os livros da Mara Dyer recebem muito menos amor do que realmente merecem.

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